Segundo ministro do Turismo, Luiz Barretto, "o Brasil é a bola da vez, não só pela conquista da Olimpíada". "O País já vem demonstrando uma nova inserção comercial no mundo com toda uma atuação geopolitica, e os Jogos Olímpicos vieram coroar isso. Antes estavamos lateralmente na cena do jogo, mas agora vamos entrar, para bem ou para o mal, na cena constante do jogo. Acredito no Brasil. Temos alguns anos pela frente de planejamento e o tema segurança deve ser pensado", disse.
Barreto disse estar otimista em relação ao futuro do turismo no País, mas foi cauteloso nas projeções. "Sabemos que temos gargalos a serem superados na infraestrutura e na qualificação profissional. Tenho certeza que sociedade vai se mobilizar e que a iniciativa privada vai saber que é esses eventos são uma grande oportunidade para negócios não so na área de turismo", afirmou.
"A Copa e os Jogos Olímpicos não são uma panaceia e não vão resolver todos os problemas, mas certamente ajudarão o País a dar um salto de qualidade. O fundamental é promoção. O Brasil já está tendo uma imensa oportuniodade de ficar conhecido. Se pegarmos tudo o que saiu na mídia nesses 15 dias sobre o Rio de Janeiro, certamente nem em dez anos de orçamento da Embratur daria para fazer isso. Esse é um ganho fundamental. Nós temos que pensar no legado e na herança positiva", finalizou Barretto.